Justiça do Amazonas manda a júri popular acusados de tortura e morte da babá Geovana Costa Martins em Manaus
A Justiça do Amazonas decidiu que Camila Barroso da Silva e Antônio Chelton Lopes de Oliveira vão a júri popular pela morte da babá Geovana Costa Martins, em Manaus.
O caso, que envolve acusação de tortura antes do homicídio, voltou ao centro do debate público com a confirmação de que os réus serão julgados pelo Tribunal do Júri.
Até este domingo (23/08/2026), a data da sessão ainda não havia sido marcada, segundo as informações divulgadas sobre o andamento do processo.
| O que a Justiça decidiu | Quem será julgado | Situação atual | O que falta definir |
|---|---|---|---|
| Envio do caso ao Tribunal do Júri | Camila Barroso da Silva | Prisão domiciliar cautelar | Data do julgamento em plenário |
| Envio do caso ao Tribunal do Júri | Antônio Chelton Lopes de Oliveira | Preso no sistema penitenciário | Data do julgamento em plenário |
| Acusação citada: tortura e homicídio qualificado | Vítima: Geovana Costa Martins | Corpo encontrado no Tarumã-Açu | Local e pauta da sessão |
| Inquérito apontou violência antes da morte | Polícia Civil (DEHS) investigou | Fase de instrução encerrada | Análise de recursos, se houver |
| Há menção a terceiro suspeito | Coautor (não identificado publicamente) | Foragido | Localização e prisão |
O que significa “ir a júri popular” e por que a decisão pesa em Manaus
Na prática, a decisão de pronúncia leva o processo ao plenário do Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.
É nessa etapa que um grupo de jurados decide, com base nas provas apresentadas em plenário, pela condenação ou absolvição.
O caso Geovana é tratado como um dos crimes de maior repercussão recente na capital, tanto pela idade da vítima quanto pelo relato de violência extrema.
Segundo a apuração publicada no dia 22/08/2026, o julgamento ainda não teve sessão agendada, apesar do envio ao Tribunal do Júri.
O que se sabe sobre a investigação e a acusação de tortura antes do homicídio
De acordo com as informações divulgadas, o inquérito da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) apontou indícios de tortura antes da morte.
O corpo de Geovana foi localizado em uma área de vegetação no Tarumã-Açu, zona Oeste de Manaus, com sinais de violência, conforme a narrativa do caso.
As publicações sobre o processo relatam que a investigação também levantou a hipótese de coação psicológica ligada a transporte de entorpecentes.
Reportagem local informou que a pronúncia foi assinada em 28/04/2026 pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, encerrando a fase de instrução e enviando o caso ao plenário.
O g1 Amazonas também publicou que a decisão de 28/04/2026 levou os acusados à segunda fase do processo, que antecede o julgamento popular.
Quem são os réus e como está a situação de cada um até o julgamento
Conforme as informações divulgadas no dia 22/08/2026, Camila Barroso da Silva aguarda o andamento do processo em prisão domiciliar cautelar.
A justificativa mencionada para a medida é o fato de ela ser mãe de uma criança com deficiência, ponto citado nas publicações sobre o caso.
Já Antônio Chelton Lopes de Oliveira permanece preso em unidade do sistema penitenciário do Amazonas, à disposição do Judiciário.
As reportagens também citam a existência de um terceiro suspeito apontado no inquérito como coautor, que permanece foragido.
- Próximo passo processual: agendamento da sessão do Tribunal do Júri.
- Ponto sensível para a cidade: estrutura de segurança e logística para um julgamento de alta repercussão.
- Impacto para a população: atenção ao calendário do TJAM quando a data for publicada.
O que moradores e trabalhadores de Manaus devem observar a partir de agora
Enquanto a data não é definida, o processo pode seguir com análise de pedidos e eventuais recursos dentro do rito da fase que antecede o plenário.
Para a rotina de Manaus, o agendamento tende a concentrar atenção em deslocamentos ao fórum e no reforço do entorno, a depender da orientação das autoridades.
Famílias, comerciantes e trabalhadores da zona Oeste também acompanham o caso por ter ligação territorial com o Tarumã-Açu, onde o corpo foi encontrado.
Outra referência útil é que o próprio Tribunal de Justiça do Amazonas explica, em textos institucionais, o sentido da decisão de pronúncia e o envio ao júri em crimes contra a vida.
Um exemplo recente no TJAM descreve que a pronúncia reconhece materialidade e indícios suficientes de autoria, encaminhando o réu ao julgamento pelo Tribunal do Júri.
- Se você depende de deslocamento ao Centro: acompanhe comunicados oficiais quando houver marcação do júri.
- Se você acompanha o caso: verifique a confirmação de data, local e horário em canais institucionais.
- Se você é familiar de vítima de violência: procure orientação jurídica e rede de apoio antes de atos públicos.
O que você quer saber sobre o júri popular no caso Geovana Costa Martins
Com a decisão que envia os acusados ao Tribunal do Júri em Manaus, surgem dúvidas práticas sobre prazos, próximos passos e o que pode mudar quando a sessão for marcada.
Quando será o julgamento do caso Geovana em Manaus?
A data ainda não foi divulgada publicamente. As publicações mais recentes afirmam que o caso foi encaminhado ao Tribunal do Júri, mas o agendamento da sessão segue pendente.
O que muda depois que a Justiça “manda a júri popular”?
Muda o rito: o processo sai da fase de instrução e passa a aguardar a sessão em plenário, quando jurados analisam as teses de acusação e defesa. Antes da sessão, ainda podem ocorrer tramitações e decisões processuais internas.
Os réus ficam presos obrigatoriamente até o júri?
Não necessariamente. A situação pode variar por decisão judicial: no caso, há relato de um réu preso e uma ré em prisão domiciliar cautelar. Qualquer alteração depende de decisão do Judiciário no próprio processo.
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